Muitas meninas autistas ainda recebem o diagnóstico mais tarde do que deveriam.
E isso acontece mesmo quando os sinais já estão presentes.
Na prática, isso tem a ver com vários fatores: formas diferentes de apresentação, mascaramento social e critérios diagnósticos que, por muito tempo, foram pensados a partir de perfis masculinos.
O resultado é que o diagnóstico demora, a intervenção também, e toda a trajetória de desenvolvimento pode ser impactada.
Esse é um tema muito importante para quem atua com infância e adolescência, e é sobre isso que eu vou falar na live de aquecimento do Congresso ABENEPI.
🗓️ Segunda-feira, 23/03
🕢 19h30 (horário de Brasília)
📍 Ao vivo pelo Instagram da Abenepi








